Enquete: Bolsas Reutilizáveis

Nas suas compras de supermercado você utiliza bolsas reutilizáveis? Conte sua posição no combate às sacolas plásticas.

Aí vai um outro site ligado nesse movimento:

Recicle suas Idéias

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De símbolo de modernidade para vilão

Em meio século, passaram de símbolo da modernidade a vilãs do meio ambiente. Celebridades como a atriz Keira Knightley e Ivanka Trump desfilam hoje com sacolas de pano que trazem a inscrição “I’m not a plastic bag”(Eu não sou uma sacola de plástico),como a da foto abaixo.

 

 

 

O motivo: o plástico polui – e muito. As sacolas são incapazes de se decompor em curto prazo. Trata-se, portanto, de uma decisão lógica: aboli-las dos supermercados. Parece evidente, mas não é tão simples. Existem divergências ambientais, culturais e políticas sobre como eliminar esse problema. Conheça os argumentos de cada lado.

 

ACHAM QUE SIM
As sacolas de plástico demoram pelo menos 300 anos para sumir no meio ambiente. Em todo o mundo são produzidos 500 bilhões de unidades a cada ano, o equivalente a 1,4 bilhão por dia ou a 1 milhão por minuto. No Brasil, 1 bilhão de sacolas são distribuídas nos supermercados mensalmente – o que dá 66 sacolas por brasileiro ao mês.

No total, são 210 mil toneladas de plástico filme, a matéria-prima das sacolas, ou 10% de todo o detrito do país. Não há dúvida: é muito lixo. Algumas alternativas estão sendo adotadas. Uma delas, muito popular na Europa e nos Estados Unidos, é o uso de sacolas de pano ou sacos e caixas de papel. Em Nova York, as que levam a inscrição “Eu não sou uma sacola de plástico” viraram febre.

Em São Francisco, as sacolas de plástico foram banidas. Somente as feitas de produtos derivados do milho ou de papel reciclado podem ser usadas. Outra solução é a cobrança de uma taxa por sacola, como acontece na Irlanda desde 2002. O dinheiro é revertido em projetos ambientais.

No Brasil, a principal alternativa são as sacolas de plástico oxibiodegradáveis. Elas vêm com um aditivo químico que acelera a decomposição em contato com a terra, a luz ou a água. O prazo de degradação é até 100 vezes menor – ou seja, uma sacola leva apenas três anos para desaparecer. O governo do Paraná distribui gratuitamente essas sacolas.

Muitos supermercados de Curitiba, onde se consomem 900 milhões de sacolas por ano, aderiram à novidade por conta própria. O Pão de Açúcar vende uma sacola feita de tecido semelhante ao usado em fraldas descartáveis por R$ 3,99 a unidade.

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Message in the Waves

The Impact of Plastic Bags – from ‘Message in the Waves

Trailer de um documentário feito pela BBC.

Tradução do texto no final do trailer:

O mundo usa mais de 1,2 trilhões de sacos plásticos por ano

Isso é mais de um milhão de sacos por minuto

Em média nós usamos um saco plástico [p 12 minutos antes de jogar fora

Depois disso eles podem ficar no ambiente por séculos

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Iniciativas adotadas em diferentes países para diminuir o uso de sacos plásticos

  • Austrália: Comerciantes são incentivados à comprarem a chamada “sacola verde” que podem ser reutilizadas várias vezes. A cidade de Coles Bay baniu o uso de sacos plásticos.
  • Taiwan: Sacos plásticos foram banidos. Se te pegarem usando saco plástico eles te cortam um braço.
  • Irlanda: Há um imposto de 0,22€ para cada saco plástico distribuído. O dinheiro vai para projetos ambientais. Com o imposto houve um decréscimo de 90% no uso dos sacos plásticos. Legal, pra eles mas o Brasil não precisa de mais um imposto, aqui cairia bem uma contrapartida, como isenções para supermercados que banissem o saco plástico.
  • Alemanha: As lojas vendem sacos plásticos por preços que variam de 5 a 25 centavos de euro dependendo do tipo de sacola. Sacolas mais fortes e reutilizáveis são vendidas por cerca de 1€. Mesmo assim há lojas que distribuem sacos plásticos descartáveis.
  • Zanzibar: Baniu o uso de sacos plásticos. Devido aos danos a vida marinha o turismo, principal atividade da economia, estava sendo prejudicado. Usou um saco é seis meses de xadrez ou multa de 2000 dólares.
  • Bangladesh: Baniu os sacos plásticos. Lá os sacos plásticos além de tudo entopem esgotos que por sua vez causavam enchentes. Ser pego com um saco plástico dá uma pesada multa e até prisão.

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Reciclar não é a solução

A única razão para reciclar é que você acredita ser um método de dispor os resíduos que é simpático a sua ideologia. Reciclar não é a melhor opção. É melhor que jogar fora, mas reduzir é melhor.

Reciclar não é barato, não paga por si mesmo e preserva pouco espaço nos lixões.

Reciclar nem sempre representa eficiência nos recursos, especialmente quando a coleta e o reprocessamento envolvem transporte em longas distancias.

A capacidade de reciclar é limitada. Plástico e papel só podem ser reciclados algumas poucas vezes. A qualidade vai se reduzindo cada vez que são reciclados de novo, até não ser mais aptos para reprocessamento. Só o vidro parece que pode ser reciclado em forma infinita.

Indústrias estabelecidas para processar matérias virgens têm problemas para se adaptar às características de materiais reciclados.

Na maioria dos países, a reciclagem não está crescendo ao mesmo ritmo que o aumento de lixo. Embalagens desnecessárias, exageradas, excessivas e inadequadas contribuem ao aquecimento global. Também adicionam custos ao gerenciamento dos detritos produzidos pela sociedade consumista.

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O dilema da sacola plástica

dilemaRevista do IDEC de setembro de 2007

Você sabe onde vão parar aquelas sacolinhas de plástico que lhe dão a todo momento, em supermercados, farmácias e padarias, e que, depois, você transforma em saco de lixo? Reciclagem? Lixões? Aterros sanitários? Fundo de vales, rios e mares? No estômago de algum animal que as ingere e acaba morrendo sufocado? Todas as alternativas estão corretas. Desde que foram inseridas no mercado, na década de 1980, substituindo os sacos de papel, as sacolas plásticas vêm se acumulando no planeta. Como se trata de um material muito barato, seu valor no mercado de reciclagem é muito baixo. Por isso os catadores e recicladores acabam, muitas vezes, não as recolhendo. Os próprios representantes dos fabricantes de plásticos admitem que o material ganhou mercado porque não tem concorrência, diante de seu pequeno custo.

Mas o fato é que as sacolas plásticas acabam ocupando muito espaço, depois de descartadas. Atualmente, 18% do lixo dos paulistas corresponde aos sacos, e menos de 1% desse lixo é reciclado, segundo números da Secretaria Estadual do Meio Ambiente de São Paulo. Outro dado, segundo o deputado estadual Sebastião Almeida (PT-SP), é que o Brasil produz anualmente 210 mil toneladas de plástico filme, matéria-prima dos saquinhos plásticos. O número representa cerca de 10% do lixo do país, onde a capacidade dos aterros ou lixões está no limite. Já o ciclo de vida do plástico é estimado em 200 anos, em média. Mas há quem diga que pode chegar a 450 anos. Em suma, ele não se degrada tão cedo no ambiente.

Desde sua invenção, em 1907, o polímero (plástico) vem ocupando cada vez mais espaço no dia-a-dia das cidades. Ganhou novas formas, cores e utilidades. As primeiras sacolas eram de plástico mais grosso (de baixa densidade). As mais populares hoje são as mais finas (de alta densidade). Isso reduz o uso de matéria-prima: nafta (derivada do petróleo), material não renovável.

Já existem resinas plásticas feitas de fontes renováveis, como o etanol da cana-de-açúcar. O material, apesar de não ser biodegradável, vem sendo anunciado como a salvação da lavoura para a substituição do petróleo. Mas sua decomposição também levará séculos e gerará gás carbônico, tal como ocorre com as sacolas convencionais.

Oxi-biodegradável

Um aditivo que age como catalisador, misturado em pequena quantidade ao plástico, está dando o que falar. Com o auxílio de oxigênio, calor, vento e chuva, o chamado plástico oxi-biodegradável tem um ciclo de vida médio de 18 meses, segundo a RESBrasil. A empresa, representante brasileira do produto, afirma que ele é exatamente igual ao convencional. O que muda é o tempo que leva para se degradar.

Diversos estabelecimentos em todo o mundo já o utilizam. No Brasil, algumas cidades do Sul e do Sudeste, também. Maringá, no Paraná, é tido como município pioneiro a adotá-lo. “Somos o primeiro supermercado no Brasil a adotar as sacolas em toda a rede”, disse o gerente de marketing do Cidade Canção, Célio Kuratani Hata. Desde janeiro, as 10 lojas da empresa aderiram ao oxi-biodegradável e consomem 2 milhões de sacolas ao mês. O gerente afirmou que seu custo fica até 7% mais caro, mas acredita que ele se reduza, com o aumento da adesão ao produto.

Também em Maringá, a prefeitura aprovou uma lei, em fevereiro, que obriga os órgãos administrativos a utilizarem, como saco de lixo, o plástico oxi-biodegradável. E entidades civis da cidade, como a Fundação Verde – criada em 1999 para atuar na restituição da mata ciliar de córregos e nascentes -, também participam do movimento. “Todo sábado fazemos catação de lixo nas margens dos rios e vemos a grande quantidade de sacolinhas. Foi aí que tivemos a idéia de falar com os comerciantes e propor soluções”, contou Cláudio José Jorge, um dos fundadores da FunVerde. Foi assim que vários estabelecimentos da cidade aderiram ao oxi-biodegradável.

Segundo a FunVerde, o consumo de plásticos é de 1 milhão por minuto em todo o mundo. Isso corresponde a quase 1,5 bilhão por dia, e a mais de 500 bilhões por ano. Daí a importância do uso do oxi-biodegradável, para a entidade. O produto adicionado à composição do plástico é capaz de quebrar suas moléculas (que são muito grandes) em partes menores. “Facilita a ação dos microrganismos”, explicou Cláudio José.

Mas há quem discorde da eficácia do produto, dizendo que ele não se degrada totalmente. “Para onde vai essa massa em forma de pó?”, questionou Paulo Dacolina, diretor superintendente do Instituto Nacional do Plástico, formado por uma união das associações de classe da indústria. Já Francisco de Assis Esmeraldo, presidente da Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos (organização também ligada à indústria), chamou a atenção para a baixa qualidade dos sacos plásticos disponíveis, que influi na quantidade usada. “Ao embalar suas mercadorias no supermercado, o consumidor sempre usa duas ou até três unidades, colocando uma dentro da outra. Se os fabricantes cumprissem a norma técnica, economizaríamos 50% do consumo.”

No primeiro semestre deste ano, o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) avaliou 18 sacolas de supermercados. O estudo constatou que nenhuma delas está de acordo com a norma técnica (NBR 14.937), e que 67% não atingiram critérios mínimos de resistência.

Reciclagem polêmica

“A solução mais viável para que esse volume de plástico se degrade com rapidez é o oxi-biodegradável. É melhor do que as que temos, difíceis de reciclar”, afirmou o engenheiro agrônomo e civil Cícero Bley Júnior. Autor de planos diretores de limpeza urbana de diversas cidades, Bley Júnior trabalhou com reciclagem de lixo na Usina de Araucária (PR), entre 1987 e 1997.

Especialista em gestão de resíduos, ele revelou que as sacolas plásticas até podem ser recicladas. Mas, na prática, isso não ocorre. “Tudo precisa estar limpo para reciclar. As sacolas fininhas absorvem mais sujeiras e são muito difíceis de lavar”, explicou. Como as sacolinhas passaram a ser utilizadas para armazenar o lixo doméstico, as chances de chegarem limpas às usinas são remotas.

Dados da Associação Brasileira de Embalagens (Abre) demonstram que o material é o menos procurado para reciclagem. Apenas 16,5% dos plásticos rígidos e filme são reciclados, em média, no Brasil. A Abre estima que o plástico filme corresponda a 29% do total de plásticos separados para reciclagem, nas cidades que promovem a coleta seletiva.

A Central de Triagem da Sé, que separa e organiza o lixo para enviá-lo para as usinas de reciclagem, informou que vende todo o volume de plástico que recebe, inclusive os de alta densidade. A Revista do Idec tentou entrar em contato com a compradora do material, para saber como ela procede. Porém, a empresa não autorizou que seu nome e contato fossem revelados pela Coopere (cooperativa de catadores responsável pela Central de Triagem da Sé).

Cícero Bley, contudo, questiona. “Se houver alguma usina que consiga reaproveitar as sacolinhas de forma que não seja poluente, faço questão de ir pessoalmente conhecer”, disse. Segundo o engenheiro, existem processos de queima do plástico, para reciclagem, que podem gerar gases cancerígenos.

Mudança de comportamento

Além da livre iniciativa, alguns estabelecimentos estão sendo obrigados a substituir suas sacolas. Com base na Política Estadual de Resíduos Sólidos, aprovada em 1999, todas as empresas do Paraná devem dar uma destinação correta a seus resíduos. “Convocamos os 14 maiores supermercados de Curitiba a adotarem medidas para reduzir o passivo ambiental”, explicou Saint-Clair Honorato Santos, procurador do Ministério Público Estadual. “A curto prazo, as sacolas oxi-biodegradáveis vieram para ficar no lugar das convencionais. Enquanto isso, a longo prazo, é preciso conscientizar e mudar padrões comportamentais. O ideal é a adoção de sacolas retornáveis”, afirmou.

Algumas padarias do país também já estão tomando iniciativas parecidas. Em Joinville (SC), estão dando descontos de até 10% na compra do pão e do leite aos clientes que levam suas próprias sacolas. “Somente depois de três anos de projeto é que estamos colhendo frutos. Conscientizar vale a pena, mas não é tarefa fácil”, disse Roseli Steines, presidente do Sindicato da Panificação de Joinville, idealizadora do projeto.

Recentemente, o município e o estado de São Paulo vetaram projetos de lei (PL) que obrigariam os estabelecimentos comerciais a substituir as sacolas convencionais pelas oxi-biodegradáveis. Ambos justificaram o veto com a falta de comprovação científica de que a alternativa é de fato positiva. A prefeitura paulistana aposta agora numa campanha que incentiva o uso da boa e velha sacola de pano.

A medida também é incentivada pelo estado paulista e pelas prefeituras do Rio de Janeiro e de Curitiba, que também vetou um PL semelhante. Também o Paraná e o Rio de Janeiro estão na expectativa da aprovação de um projeto de lei parecido com o que São Paulo vetou. “Estamos otimistas”, declarou o secretário estadual do Ambiente do Rio de Janeiro, Carlos Minc, que defende um tratamento fiscal diferenciado às empresas que utilizarem o plástico reciclável. “As indústrias no Brasil produzem livremente, sem controle. Em outros países, isso não acontece. É preciso taxar os produtos visando sua reciclagem”, explicou o especialista Cícero Bley, que lembrou que o país sequer possui uma Política Nacional de Resíduos.

Todas as fontes consultadas para esta reportagem concordam num ponto: é preciso haver uma mudança comportamental. Por isso, deveria haver mais campanhas educativas e o resgate de hábitos como o uso de sacolas retornáveis. “As plásticas são supérfluas. Precisamos retomar o uso dos latões de lixo, quando isso for possível do ponto de vista sanitário, e as embalagens retornáveis, como as de vidro. É necessária uma colaboração mútua entre empresas, governos e consumidores”, concluiu o ambientalista Jeffer Castelo Branco, da Associação de Combate aos Poluentes (ACPO).

Cícero Bley também aconselha: “O ideal é adotar a sacola retornável para as compras”. “Para o lixo, devem ser usados sacos de lixo apropriados, de baixa densidade, grandes, para durarem a semana inteira. Daqueles pretos ou azuis, que são facilmente recicláveis.”

Alternativa realmente verde

Existem atualmente pesquisas com plásticos biodegradáveis, feitos de matéria-prima vegetal. Já há até alguns polímeros utilizados em materiais hospitalares, como implantes ortopédicos absorvíveis. Porém, eles ainda são muito caros.

Para se decompor, o plástico biodegradável precisa de um ambiente biologicamente ativo, como o corpo humano ou, no caso das sacolas, o solo, por exemplo. Além da cana, são pesquisadas fontes como o óleo de buriti e a mandioca.

“Atuo numa pesquisa sobre filme plástico para embalagens internas de alimentos, feitos a partir da mandioca. Mas há indícios de que futuramente ele possa ser usado também com finalidade externa. Para uma sacola, por exemplo”, afirmou a pesquisadora Carmen Cecília Tadini, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP).

O plástico no Idec:

O saco plástico que envolve a Revista do Idec, usado na sua distribuição, é oxi-biodegradável. Com base em laudos apresentados pelo fabricante, RES Brasil, e em declarações de especialistas, o Instituto entende que se trata de uma matéria-prima menos prejudicial ao meio ambiente, em comparação com o plástico comum. Porém, está atento para as discussões a esse respeito. Além disso, o Idec oferece uma sacola de pano como brinde para quem contribuir com a entidade. Mas também a vende por R$ 20 para não-associados, e por R$ 16 para associados. Estimula, assim, o uso de sacolas não descartáveis.

Dicas para o consumidor:

Sempre que possível, leve sua própria sacola (de tecido ou de fibras vegetais, por exemplo) quando for ao supermercado, à feira ou à padaria.

Para o destino do lixo doméstico, utilize sacos próprios para o lixo. Eles são recicláveis, ao contrário das sacolinhas de supermercado.

Não substitua o saco de lixo de sua casa todos os dias, a fim de economizar no uso do plástico. Mesmo a reciclagem requer o uso de energia e água, recursos que devem ser usados com racionalidade.

Pressione o supermercado e a padaria de sua vizinhança para que promovam as sacolas não descartáveis.

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Carta do Project Aware

Essa carta foi enviada pelo projeto Aware para alguns mergulhadores.

No dia 19 de setembro milhares de mergulhadores voluntários do Project AWARE participarão do evento International Cleanup Day em 110 países e territórios do mundo, para proteger as espécies e seus habitats submarinos.
Precisamos de apoio financeiro. Sua ajuda fornecerá a uma equipe de voluntários do mergulho, um kit de ferramentas de limpeza para remover o lixo debaixo d’água e detritos, incluindo plásticos nocivos – os que permanecerão para sempre no meio ambiente se não forem removidos.
Os voluntários ainda estão trabalhando em suas comunidades locais e sites favoritos subaquática enquanto falamos. O trabalho continua como centenas de eventos de limpeza que dará lugar a esta iniciativa vital em outubro.
E, quando se trata da luta contra detritos aquático e sua influência decisiva sobre a vida marinha, o tempo não está do nosso lado. Mas, com o seu apoio, os voluntários de mergulho irão coletar dados valiosos sobre os escombros retirados dos ambientes subaquáticos para educar os políticos, gestores de recursos e os cidadãos, enquanto continua a estimular uma mudança positiva para evitar detritos marinhos.
Esta iniciativa de limpeza é parte de um longo período de coleta de dados e do movimento de prevenção de detritos marinhos. Temos que alterar a percepção pública, reduzir o desperdício e fazer a diferença para o futuro dos nossos ambientes aquáticos.
Por favor, faça parte desta incrível oportunidade e se comprometer com os oceanos limpos.
Atenciosamente,

Jenny Miller Garmendia
Director, Project AWARE Foundation

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